segunda-feira, 5 de junho de 2017

Nesta semana, atenções do mercado doméstico estarão voltadas para a divulgação da ata do Copom

       



Após optar pelo corte de 1,00 p.p. da taxa Selic na última semana e chamar atenção para a elevação dos riscos do cenário, a divulgação da ata do Copom – nesta terça-feira – será importante. O mercado estará atento à avaliação da autoridade monetária acerca das condições correntes da economia e aos sinais dos próximos passos da política monetária. Além disso, a agenda doméstica contará com os dados de inflação, que seguirão dando suporte ao ciclo de queda de juros, à medida que a tendência de desinflação deverá ser reforçada. O IGP-DI de maio, que será conhecido na quarta-feira, deve registrar nova deflação, de 0,48%, ainda refletindo a queda dos preços dos produtos agrícolas no atacado e do minério de ferro. Na sexta-feira, teremos o resultado do IPCA, para o qual projetamos alta de 0,45% em maio. Essa aceleração em relação a abril deve refletir a elevação das tarifas de energia elétrica e dos preços de vestuário. No entanto, considerando a variação dos últimos doze meses, os preços ao consumidor continuarão desacelerando, passando de uma alta 4,08% para outra de 3,74%. Dentre os indicadores de atividade, depois de ter sido reportado pela Fenabrave o aumento dos emplacamentos de veículos no mês passado, destacamos o resultado da produção de veículos de maio, que será divulgado pela Anfavea na terça-feira. Por fim, ainda teremos na quinta-feira a divulgação do 9º Levantamento da safra agrícola, pela Conab, que deve confirmar a forte expansão da produção de grãos deste ano. A agenda externa de indicadores contará com a divulgação, na quarta-feira, dos dados da balança comercial da China referentes a maio, importantes para monitorar a intensidade da desaceleração tanto da demanda chinesa como da externa neste segundo trimestre. Também conheceremos na quinta-feira os índices de inflação ao produtor e consumidor da China, de maio, com destaque para a continuidade da deflação dos preços no atacado, em resposta à queda dos preços internacionais das commodities. Por fim, não esperamos alteração da taxa de juros nem do programa de compra de ativos na Área do Euro, em decisão que será anunciada após a reunião do Banco Central Europeu, na quinta-feira.

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Um comentário:

  1. Após optar pelo corte de 1,00 p.p. da taxa Selic na última semana e chamar atenção para a elevação dos riscos do cenário, a divulgação da ata do Copom – nesta terça-feira – será importante. O mercado estará atento à avaliação da autoridade monetária acerca das condições correntes da economia e aos sinais dos próximos passos da política monetária. Além disso, a agenda doméstica contará com os dados de inflação, que seguirão dando suporte ao ciclo de queda de juros, à medida que a tendência de desinflação deverá ser reforçada. O IGP-DI de maio, que será conhecido na quarta-feira, deve registrar nova deflação, de 0,48%, ainda refletindo a queda dos preços dos produtos agrícolas no atacado e do minério de ferro. Na sexta-feira, teremos o resultado do IPCA, para o qual projetamos

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