sábado, 17 de junho de 2017

Conjuntura Macroeconômica Semanal

       

• Ao longo dos últimos dois anos, a forte ascensão da taxa de desemprego se deveu em grande medida ao aumento da desocupação dos jovens. Esse grupo está mais sujeito às influências negativas da recessão econômica, já que com o aumento da competição por vagas de trabalho, pessoas sem experiência e com baixa escolaridade acabam sendo prejudicadas. Além disso, quando os jovens ficam muito tempo sem conseguir emprego, podem ter suas carreiras prejudicadas no longo prazo, com efeitos sobre sua capacidade futura de obter posições com melhores salários.
• Além da maior dificuldade para encontrar emprego, de maneira geral os jovens estão mais sujeitos a empregos menos estáveis e a condições mais vulneráveis no mercado de trabalho. Desse modo, apresentam taxa mais elevada de emprego temporário, em tempo parcial ou informal. A deterioração da taxa de desemprego desse grupo foi acompanhada do aumento da informalidade e da taxa de subutilização da força de trabalho.
• Considerando as condições de estudo e de ocupação dos jovens, percebe-se que o grupo dos que não trabalham nem estudam (os chamados “nem - nem”) aumentou nos últimos três anos. Tal situação é indesejável pois esse contingente está mais sujeito a ficar abaixo da linha de pobreza e sem a qualificação suficiente para melhorar sua situação econômica. A retomada da economia tende a criar condições para que eles voltem ao mercado de trabalho ou possam ampliar sua qualificação.

• Após a inflação da Argentina ter apresentado variações mensais superiores a 2,0% entre fevereiro e abril, os dados de maio mostraram os primeiros sinais de arrefecimento. O índice de preços do INDEC registrou alta de 1,3% em maio, ante variação de 2,6% em abril. O núcleo da inflação também mostrou comportamento mais favorável, desacelerando de 2,3% para 1,6% no mesmo período.
• No comunicado da reunião realizada nesta semana, o Banco Central destacou essa melhora. Assim, decidiu manter a taxa de juros estável em 26,25%, e adotou um tom de menor preocupação com a inflação, em função dos dados mais favoráveis de maio. Além disso, o comunicado afirma que os indicadores de alta frequência apontam para uma continuidade da redução da inflação em junho.
 • Nossa expectativa é que a inflação continue a desacelerar nos próximos meses, alcançando 21% ao final de 2017. Com isso, esperamos que os juros caiam a partir de meados do segundo semestre. Em meio à inflação corrente em nível ainda elevado, o Banco Central deverá manter as taxas de juros inalteradas nas próximas reuniões. Adicionalmente, se nosso cenário de uma desaceleração da inflação nos próximos meses se confirmar, é possível que o Banco Central inicie um ciclo de corte de juros em meados do segundo semestre, levando a taxa básica de juros para 22,0% no final do ano, de forma a manter os juros reais próximos ao nível atual.








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